18 dicas para resolver problemas

Problemas, todo mundo tem. E quando eles não são resolvidos, podem se transformar em empecilhos que nos paralisam – algo de que ninguém precisa na reta final do ano, com provas e vestibulares pela frente, certo?

Então, que tal aprender técnicas objetivas e rápidas para abordar seus problemas?

O primeiro passo, você já sabe, é acionar o Método Metacognitivo do Semáforo: parar, pensar e só depois agir.

Agora, como fazer quando o passo do “pensar” está emperrado e nos impede de achar uma solução para seguir para o “agir”?

É nesse ponto que vamos trabalhar hoje. Confira essas 18 dicas, divididas em três fases, para aprender a resolver os seus problemas.

Fase 1: Conheça o seu inimigo

Você só pode solucionar algo que conhece. E o grau de dificuldade de um problema é diretamente proporcional ao número de variáveis que ele envolve.

Então, o seu primeiro trabalho vai ser o de dissecar o problema, enumerar todas as suas faces e compreender exatamente causas e consequências de cada uma delas.

Siga o roteiro abaixo para realizar essa tarefa com maior eficiência:

  1. Analise o problema e faça uma lista dos aspectos contidos nele;
  2. Pesquise materiais e leia sobre os aspectos que você listou;
  3. Reflita sobre o que você já conhece a respeito dos aspectos envolvidos;
  4. Peça ajuda a pessoas de sua confiança, de preferência mais velhas e com maior experiência de vida, sobre os aspectos que você não domina;
  5. Organize as informações coletadas;
  6. Faça um diagrama do problema para visualizar melhor suas várias facetas.

Fase 2: Elabore seu plano de ação

Agora que você já sabe o que está enfrentando, é hora de imaginar como vai resolver o problema. Criatividade sempre ajuda nessa hora, mas não funciona sozinha. Ela precisa vir acompanhada de trabalho duro.

Então, arregace as mangas e mãos à obra:

  1. Pense livremente em formas de resolver o problema enquanto faz uma caminhada sozinho, ou enquanto pratica natação, por exemplo. Exercitar-se ajuda a pensar com mais clareza;
  2. Faça uma lista de ideias que poderiam ser transformadas em soluções;
  3. Escreva as possíveis soluções que lhe ocorrem e os cenários que poderiam ser originados por elas;
  4. Exercite enxergar o problema a partir de um novo ponto de vista e verifique se outras soluções lhe ocorrem;
  5. Submeta suas soluções e cenários a um grupo de amigos em quem confia, para que possam avaliar suas ideias;
  6. Elimine da sua lista de soluções as ideias mirabolantes, as medidas flagrantemente ineficientes ou aquelas que não lhe agradam, até reduzir suas opções a duas ou três possibilidades.

Fase 3: Tome uma decisão

Chegou a hora de escolher e colocar em prática a melhor solução que você foi capaz de encontrar. Para evitar que a indecisão o domine nessa hora, siga estes passos:

  1. Medite sozinho, de olhos fechados, controlando sua respiração. É uma ótima maneira de acalmar a ansiedade e fazer uma escolha serena;
  2. Use a sua intuição, ela costuma ser bastante certeira nessas ocasiões;
  3. Jogue a moeda para o alto, atribuindo uma solução ao Cara e outra ao Coroa. O seu primeiro sentimento sobre o resultado da moeda é um ótimo indicador sobre o que realmente sente acerca de cada uma das opções;
  4. Motive-se imaginando todos os benefícios que virão da tomada de decisão;
  5. Durma sobre o problema, se a indecisão resiste em abandoná-lo. Um pouco mais de tempo, nesse momento, pode ajudar, desde que não se prolongue demais;
  6. Arrisque-se em um dos caminhos. Muitas vezes, a tentativa e erro fazem parte do processo de solução e é melhor tentar do que ficar paralisado pelo problema.

Agora que você já tem um roteiro mais estruturado para abordar os seus problemas, é hora de agir. Boa sorte! ?

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