Você é o que você pensa sobre si mesmo

E saber disso pode fazer toda a diferença na sua nota no Enem e nos Vestibulares.

Estudar é necessário, se dedicar com afinco é obrigatório… Mas todo esse árduo trabalho pode ser desperdiçado se você se deixar abater na reta final. O cansaço, muitas vezes, atua sobre o nosso cérebro e o nosso ânimo. E muitas vezes o que pensamos sobre nós mesmos ou sobre nossa capacidade pode derrubar a nossa auto-estima nesse momento crucial.

Com a auto-estima em baixa, as suas chances de ter um rendimento inferior ao que você poderia alcançar aumentam de forma exorbitante!

Por isso, a dica de hoje vai ajudá-lo a usar o Método do Espelho do Programa MenteInovadora para combater esse risco, fortalecer a sua determinação e melhorar a imagem que você tem de si mesmo.

O que é o Método do Espelho?

O objetivo deste método metacognitivo do Programa MenteInovadora é desenvolver a autoconsciência, o respeito por si próprio e a humildade. Ele é formado por três passos que, quando seguidos com genuíno interesse de evoluir, vão ajudá-lo a entrar em contato consigo mesmo, com seus medos e as crenças que podem atrapalhar o seu desempenho durante as provas.

Então, o primeiro passo é se conectar a si próprio, entender seus sentimentos e separar o que é crença do que é verdade. Pronto para começar?

Passo 1: Reconhecimento

Nesta etapa, o seu trabalho vai ser entender o que você realmente pensa sobre si mesmo e sobre sua capacidade de tirar uma boa nota no Enem e de passar nos vestibulares.

Pegue uma folha de papel, um lápis e tente responder às seguintes perguntas:

  1. Você acredita que é inteligente?
  2. Você acha que está absorvendo o suficiente do que tem estudado?
  3. Você acha que as provas serão muito difíceis para você?
  4. Você acha que tem muita gente melhor preparada ou mais inteligente que você?
  5. Você acha que não será capaz de tirar uma boa nota no Enem ou nos vestibulares?

Estas cinco perguntas iniciais são apenas um ponto de partida. Você pode acrescentar muitas outras que sinta vontade de responder, que sejam mais específicas à sua situação particular.

É importante que você responda por escrito para poder trabalhar no passo seguinte.

Passo 2: Análise

Com as respostas para as perguntas acima em mãos, você consegue delinear as crenças que estão arraigadas aí dentro de você. É hora então de fazer uma análise objetiva dos motivos que o levam a pensar de forma negativa.

Será que alguém, alguma vez, lhe disse que você não era suficientemente inteligente? Ou o seu desempenho em alguma prova foi abaixo do esperado e você se sentiu fracassado? A cobrança dos seus pais é um peso muito grande para você?

Toda crença se baseia em uma situação, que pode ser real ou imaginária. Essa crença fortalece e solidifica uma ideia que antes era só uma possibilidade. E muitas vezes nos tornamos reféns dela crença, sem questioná-la. É importante identificar que situações e acontecimentos fundamentam essa crença.

Com essa auto-análise, você conseguirá formular a crença limitadora e seus fundamentos. Um exemplo de crença limitadora pode ser, por exemplo:

Eu não conseguirei boas notas no Enem/Vestibular porque…”

 A partir do “porque”, vêem os fundamentos da crença:

“… por mais que eu estude, eu não consigo aprender matemática; porque eu não sou suficientemente inteligente; porque eu não estudo o tanto que deveria…”

 Quando descobrir a crença que baixa a sua auto-estima e mina sua confiança, e seus fundamentos, você está pronto para o próximo passo.

Passo 3: Implementação

Descobrir a crença limitadora é importante justamente para poder combatê-la. E a forma de atacá-la é questionar seus fundamentos e encontrar provas de que ele são falsos.

No exemplo acima, alguém que acha que não consegue aprender matemática poderia repassar mentalmente todos os conteúdos dessa disciplina para relembrar que foi capaz de aprender a maior parte deles, e está com dificuldades apenas em alguns tópicos pontuais. Ou poderia anotar numa folha de papel todos os êxitos alcançados recentemente com boas notas e elogios dos professores para rebater a ideia de que não é inteligente. E que tal calcular também a carga horária que vem dedicando diariamente aos estudos para acabar com a ideia de que não está estudando o bastante?

Depois de rebater cada um dos fundamentos, você pode criar uma crença fortalecedora para se contrapor à crença limitadora.

No caso do mesmo exemplo anterior, essa crença seria:

“Eu sinto que posso ter boas notas no Enem/Vestibulares…”

Escreva essa nova crença num cartaz bem grande e cole no local onde você estuda. Sempre que sentir sua confiança fraquejar, leia a crença novamente e se revigore.

Depois de algum tempo “sentindo” que pode ter boas notas, você pode alterar a crença para algo ainda mais assertivo. No caso do exemplo, seria algo do tipo:

“Eu sou capaz de tirar boas notas no Enem/Vestibulares” 

Ah, e continue estudando

Nesse processo de auto-análise você certamente vai se deparar com algumas fraquezas. Reforce o estudo nesses pontos e continue trabalhando com empenho.

Afinal, você agora é capaz de superar todos os obstáculos!

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